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Como um SaaS pode tornar sua equipe mais produtiva?

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Você já deve ter ouvido alguma (ou muitas vezes) sobre SaaS, mas não tem certeza de como isso pode ajudar no seu dia a dia. Acertei? Então é bom começar do começo.

De acordo com especialistas, dentre as principais tendências de Mercado de 2017 estão a diminuição de custos a partir de contratação de serviços na nuvem, a automatização de tarefas e o uso de inteligência artificial. Um bom SaaS contempla tudo isso, te ajudando a trabalhar apenas no que importa.

O que é?

SaaS, na sigla em inglês, significa Software as a Service. Explico: antes, você comprava a licença de um software, instalava em sua máquina e pagava de uma só vez (geralmente bem caro). O SaaS também é um software, mas que se apresenta em forma de serviço – você acessa pela nuvem e paga em modelo de assinatura. Se quiser cancelar o uso, basta encerrar a assinatura.

Hoje existe no mercado uma infinidade de SaaS, para diversos públicos e com finalidades bem diferentes. A maioria das ferramentas que você usa para trabalhar e acessa na nuvem é SaaS. O Google Docs, por exemplo, é um SaaS. O Gmail e o Dropbox também. Com o acesso imediato – bastando a conexão com a internet -, você tem a melhora da comunicação e da organização de processos através de uma interface na maioria das vezes intuitiva e que dialoga com a colaboração.

Para que serve?

Bem, um Saas serve tanto para você se divertir quanto para produzir mais. O Spotify e a Netflix, por exemplo, seguem este modelo. No mundo profissional, o uso é o mais variado possível. Abaixo, alguns exemplos:

  • Gestão de projetos, tarefas e o fluxo de trabalho
  • Gestão de clientes (CRM)
  • Gestão de conteúdo
  • Automação de marketing
  • Telefonia
  • Abertura de tickets, suporte e atendimento ao cliente
  • Tradução
  • Divulgação e assessoria de imprensa
  • Gestão de dados e apresentação em dashboards
  • Disparo de e-mail marketing e newsletters
  • Anúncios digitais
  • Gestão de versões de código
  • Gestão de versões de documentos
  • Relacionamento profissional
  • Gestão financeira e empresarial (ERP)
  • Educação a distância
  • Avaliação de desempenho
  • (…)

Se tiver interesse, fizemos este guia para escolher um software de gestão, que pode te ajudar a tomar a decisão. Neste post listamos 44 ferramentas de gestão que empresas inovadoras do mundo todo estão usando para melhorar a forma como trabalham.

Os benefícios

Vamos ao principal: e o que você e sua empresa ganham com isso?

  • Menores custos: Com os serviços por assinatura (e alguns até gratuitos), a empresa gasta muito menos com licenças de software. E, pelas empresas de SaaS também usarem SaaS para o desenvolvimento de seus produtos, seu custo acaba sendo barateado. É uma economia em cascata.
  • Acesso remoto: A única coisa que você e sua equipe precisam é de um computador com acesso à internet. Se o software tiver app mobile, basta um smartphone. Isso permite trabalhar em colaboração de qualquer parte do mundo – imagine a economia para uma operação em escala regional, nacional ou mundial?
  • Menor investimento em TI: São duas as economias: 1) Desenvolvido externo, 2) Se o desenvolvimento é externo, o suporte também é. Seus recursos de TI estarão concentrados em integrar os sistemas usados, em vez de preocupados em como eles devem funcionar.
  • Inovação frequente: As atualizações das versões online acontecem muito mais rápido do que você percebe. Isso permite melhorar os software constantemente de acordo com as exigências dos clientes.
  • Atendimento premium: Diferente de serviços tradicionais, empresas de SaaS prezam por um atendimento atencioso e próximo, que realmente  tenta resolver problemas e dúvidas do cliente. Muitas possuem uma área chamada Customer Success, cujo trabalho é basicamente entender como o cliente pode se beneficiar mais e mais da solução oferecida

Quer saber mais sobre SaaS e softwares de gestão?

O que é SaaS?

6 razões para você substituir o e-mail por um software de gestão

Gestão do trabalho remoto: equipes engajadas e projetos transparentes

Laura Lopes, gerente de marketing da Runrun.it, é jornalista de formação e passou por inúmeras redações antes de mergulhar no mundo corporativo e na pesquisa sobre a eficiência das equipes

Se você tem alguma dúvida sobre SaaS, ou quiser falar sobre outros assuntos ligados gerenciais, entre em contato comigo no press@runrun.it.

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A cara do desemprego nas redes sociais

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A cara do desemprego nas redes sociais

Recentemente completei 21 anos de casado e confesso me assustei com o número, “praticamente uma vida”, mas não posso reclamar, na verdade, agradeço por cada um desses anos, foram ótimos.

Estive pensando e acredito que se por algum motivo tivesse que me separar da minha esposa, teria uma certa dificuldade para me reencontrar e buscar um novo relacionamento, pois faz muito tempo que deixei “este Mercado”, acho que não tenho mais os skills necessários para tal, o mundo mudou e as habilidades que utilizei para conquistá-la certamente mudaram.

Você pode estar pensando onde quero chegar com essa história, vou explicar.

Hoje não é novidade para ninguém que o Brasil enfrenta uma das mais altas taxas de desemprego, temos aproximadamente 14 milhões de brasileiros desempregados e por se tratar de um número tão alto, considero que estão envolvidas as mais diversas posições hierárquicas, funções e idades, ou seja, desta vez o desemprego não poupou ninguém.

Por conta dessa situação as pessoas estão se movimentando para voltar para o mercado de trabalho e uma das formas que estão encontrando é através da utilização das redes sociais, em especial o LinkedIn.

O exemplo que dei acima quando mencionei o meu casamento foi para ressaltar o “gap” que existe entre essas pessoas e o LinkedIn.

Vejo pessoas que estiveram empregadas por 10, 15, 20 anos ou mais, e hoje estão em busca de uma recolocação profissional e não sabem bem como se comportar online, ou seja, estão “enferrujadas”, pois passaram muito tempo sem praticar o “networking social”.

Não estou aqui julgando ninguém, pois isso pode ter ocorrido por diversos fatores, seja por conta dos afazeres do dia a dia, prioridades ou até mesmo pelo comodismo, porém o fato que elas estão perdidas na maior rede social profissional do planeta.

Provavelmente quando essas pessoas fizeram seu cadastro no LinkedIn, essa ferramenta era apenas uma vitrine de “Curriculum Vitae”, as pessoas apenas preenchiam o seu perfil e esperavam para ver o que ia acontecer.

Isso mudou radicalmente, hoje ela se tornou de fato em uma poderosa rede social e como tal existem algumas “regras” que devem ser observadas.

Recebo quase que diariamente mensagens de pessoas se oferecendo para trabalhar, enviando seus CVs, solicitando análise de perfis, etc.

É praticamente impossível atender toda essa demanda, então tento ajudar como posso. Em alguns casos respondo as mensagens, em outros falo por Skype/telefone, mas na maioria das vezes ajudo-as através de posts contendo algumas dicas, segue um exemplo abaixo:

“Algumas dicas que podem ajudar a sua recolocação profissional:

1- Defina a função que deseja desempenhar;

2- Escolha a região onde está disposto a trabalhar;

3- Verifique quais empresas dentro do seu segmento existem na região previamente determinada;

4- Faça uma pesquisa no LinkedIn e verifique quais das suas conexões trabalham nas empresas alvo;

5- Pergunte a eles se existe alguma posição em aberto ou algum projeto dentro da sua área de atuação;

6- Convide para um café – não tenha medo;

7- Descubra quem é o responsável pela posição/projeto ou departamento e peça a seu amigo(a) para lhe apresentar;

8- Convide essa pessoa para fazer parte da sua rede de amigos no LinkedIn – não tenha medo;

9- Pesquise sobre a empresa no Google e entenda sua cultura;

10 – Convide para um café (informal) e/ou permissão para enviar seu CV – não tenha medo.

Não existe fórmula pronta, os pontos elencados acima são apenas sugestões.

Pense em um modelo que faça sentido para você, a única coisa que não dá para fazer é ficar parado(a).

A palavra de ordem é: Networking

Está com medo? Vai com medo mesmo!

Seja atuante! Movimente-se!

Torço por você!”

São posts simples como este acima que que acabam ajudando as pessoas a se situarem e darem os primeiros passos no mundo digital, pois um convite mal feito, uma mensagem mal redigida ou um post mal escrito, podem atrapalhar em muito uma eventual recolocação.

Vejo que muitas pessoas estão tendo que sair da zona de conforto e estão reaprendendo a se conectar com pessoas que até então estavam fora do seu círculo de amigos, que se resumiam em: família, colegas de empresa, clientes e fornecedores, ou seja, para descobrir novas oportunidades estão desenvolvendo novos “skills”.

Tirando de lado o fator desemprego, vejo tudo isso com bons olhos, pois depois que passar essa fase (há de passar), as pessoas estarão mais prep aradas e teremos uma rede social mais madura.

 Sobre o autor: Alexandre Silva 

Administrador focado em ajudar empresas a se tornarem cada vez mais competitivas no mercado. Pós-graduado em Administração de Empresas pela FGV, com forte experiência em Gestão Empresarial. Escritor, empreendedor e Linkedin heavy user. Atualmente desempenha a função de diretor de novos negócios na Silbec Corretora de Seguros e no escritório Silva & Ferreira Gestão Empresarial.

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